Blogueiro continua fazendo peraltices com a honra alheia e pode tomar outro processo
* Em vez de apresentar a comentarista ‘Carmem Lúcia’, que escreveu ofensas ‘cifradas’ em seu blog, o escrevinhador prefere atacar quem o aconselha a ser mais prudente e respeitador. Agora, quem vai ter que baixar a guarda, caro Orlando, talvez procurando alguém que, em passado recente, também foi vítima de suas ‘análises críticas’? Isto sim, é festejável e, muito mais ainda, risível.
O blogueiro da autodenominada ‘coalizão de oposição’ ao atual governo municipal, Orlando Costa, não satisfeito com a interpelação judicial para que apresente, oficialmente, e não mais anonimamente, a ‘comentarista Carmem Lúcia’, evitando que seja penalizado pelo que ela insinuou no contexto de um tópico abrangendo as eleições no Thermas dos Laranjais e Olímpia Rodeo Festival, continua, em seu estilo de escrever e não dizer às claras o que pensa e o que quer transmitir aos que o leem, atirando e, desta vez, contra este portal de notícias e, aí sim, ofendendo a liberdade de expressão de quem procura noticiar responsavelmente e não apenas jogando no ventilador porque estão pagando.
É engraçado, mas é, também, passível de ressarcimento de danos morais, ou não é?, essas frases escritas pelo blogueiro O.C.: “Assessor-meio-que-informal-meio-que-intruso-meio-que-babão-que-até-seu-maior-objeto-de-adoração-apenas-tolera”; “noticioso oficial Leonardo Concon”; “É, não é fácil ter que primeiro mostrar serviço, para depois, quem sabe, ser recompensado. Só que está demorando tanto…”; “Além disso, é muito bem orientado pelo pessoal do Gabinete, que lhe impõe certas questões e lhe fazem tirar outras que não são do seu agrado”; e, a pior delas: “Na verdade, não sei se é pior manter este espaço aberto para que “qualquer um”, ainda que, na opinião do virtuoso Leo, seja “da pior espécie, covarde”, do que, para recolher o pão de cada dia, tenha que baixar as calças, digo, a guarda, e me fazer de cego, surdo e mudo. Tudo em favor de um “bem” maior, este de nível pessoal”.
Ele diz que ‘festejei’ a interpelação judicial. Eu a previ e avisei várias vezes, como acontece na emissora em que ele trabalha, de um grupo derrotado eleitoralmente, onde o microfone é aberto sem mesmo uma telefonista anotar dados pessoais, documentos, e sem haver uma ‘bina’ que identifique o celular ou o telefone fixo. A emissora tomou vários processos, teve bens penhorados e continua na mesma linha. Afinal de contas, quem vai pagar a conta? Deixa o processo rolar, fica na Dívida Ativa e, um dia, quem comprar o entulho que sobrar paga a conta.
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
1. Podem falar à vontade, escrever mais ainda, que este blog “é oficial, oficioso, que é pago, mantido por este ou aquele prefeito, político, assessor etc e tal”. Se falam, é por inveja. O blog não tem nada a esconder, nem matérias. Tudo é gravado, mostrado até em áudio e vídeo. Em documentos, agora, graças ao Slideshare. Temos, sim, uma política de comentários, porque não sou obrigado a abrir espaço para anônimos, como Carmem Lúcia, que ferrou o coleguinha. Não foi o prefeito, nem a prefeitura e nem o assessor jurídico que o interpela. Quem o ferrou foi a Carmem Lúcia. Procure-a, oras bolas.
2. Estou quase desconfiado que você é a ‘Carmem Lúcia’. O estilo de escrever, acusar e não citar nomes, é o mesmo. Talvez o seu IP (internet protocol) seja o mesmo que o da Carmem. Será? A frase “na verdade, não sei se é pior manter este espaço aberto para que “qualquer um”, ainda que, na opinião do virtuoso Leo, seja “da pior espécie, covarde”, do que, para recolher o pão de cada dia, tenha que baixar as calças, digo, a guarda, e me fazer de cego, surdo e mudo. Tudo em favor de um “bem” maior, este de nível pessoal”, precisa ser melhor explicada. Talvez eu o interpele, o que acha? Ou vai dizer, como a Carmem, que a frase é… genérica, universal???
Um dia, escreveram que há debilóides fazendo jornalismo. Mas, o autor não identifica-os. Agora, você diz que é melhor abrir espaço para anônimos do que ‘baixar as calças’. Tudo o que escrevemos tem uma razão de ser, ou não tem? A quem você se refere? A mim? Tenha a certeza que não. Tanto que a credibilidade alcançada está indo além do que você pensa e a cidade ainda terá, em breve, um jornalismo do qual, finalmente, se orgulhará.
Sem mais delongas, vamos ver, no final das contas, quais calças cairão por terra. Eu não tive que baixá-las para trabalhar com quem me xingou e humilhou. Eu não baixei as calças para quem, um dia critiquei, e outro dia me defendeu. Eu trabalho. Honestamente. Gostem ou não. Quem não gostar, não leia. E eu deleto.
E só para finalizar, para cair a sua ficha, e a dos leitores em relação ao que você escreve e fala: quando um sujeito sem amarras sociais e morais me agrediu com um taco de basebol no meio da rua, e isso está gravado em vídeo, felizmente, você, no rádio, disse que, “de certa maneira, ele teve razão”, alegando que eu tinha ido invadir a privacidade de seu lar. Mentira. Eu estava de fora, mesmo sendo um ‘lar público’. E mentira dele que tinha ‘ido conversar comigo’ e não me agredir, porque está filmado. Então, o que você fala, precisamos dividir por mil, e considerar a qual deus você serve. E lhe paga.
***
* Pode comentar à vontade, mas antes, por favor, leia a nossa política de comentários.
Assunto(s): Gafe




