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Mototaxista, foragido da polícia, se entrega pela morte de pai de jovem grávida na Cohab

Publicado em 03 de fevereiro de 2010 às 10h39
Atualizado em 03 de fevereiro de 2010 às 15h56

Nego, agora preso

Na noite de anteontem, segunda-feira (1) o irmão do açougueiro Leandro Souza da Conceição, o Alessandro Luís de Souza da Conceição se entregou na delegacia da cidade de Severínia, junto com seu advogado Antônio Martins Correia.

Os irmãos foram acusados de matar João Carlos Fedatto com golpes de faca, no dia 24 de novembro de 2009 na COHAB II na Rua do Castanheiro.

O açougueiro Leandro teve a prisão decretada na semana passada, e se encontra na Cadeia Pública de Severínia.

OS FATOS

De acordo com o que foi apurado inicialmente pela Polícia Civil de Olímpia, Fedatto teria procurado Alessandro “Nego” para que ele assumisse a paternidade do neto (a filha dele, de 17 anos, estava grávida do segundo filho), caso contrário o procuraria para matar.

Naquele dia, cerca de 4h30 antes do crime, Nego procurou a Delegacia de Polícia, inclusive, para prestar queixa contra Fedatto sobre as ameaças.

Informações da família dão conta de que não seria a primeira vez que o moto-taxista teria sido ameaçado pelo pai da moça.

Ainda segundo os amigos de trabalho, na terça-feira a vítima teria ido à empresa de Moto-táxi que o rapaz trabalha para procurá-lo, mas ele não estava.

O homem teria dito que iria na casa dele para matá-lo. Os amigos avisaram Nego, que foi para a casa do irmão, também na rua do Castanheiro, nº 306.

No Boletim de Ocorrência consta que os dois teriam entrado em luta corporal.

Segundo relato de uma testemunha, o tio de Nego, o serviços gerais João Batista Alves de Souza, de 38 anos, que reside na mesma casa, teria desferido chutes em Fedatto. Posteriormente, Fedatto foi assassinado.

Outra testemunha conta que o chegar a casa e chamar pelo rapaz, Fedatto foi atacado por Nego e o irmão dele, de nome Leandro, e que ambos teriam saído de dentro do imóvel já gritando e agredindo a vítima.

No relato, ela fala que Leandro teria atirado contra o metalúrgico. Depois, como o revólver não funcionava, o jovem segurou o homem e Nego aplicou os golpes de faca.

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