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O que o produtor queria ouvir: preços remuneradores para cana, açúcar e etanol

Publicado em 08 de abril de 2010 às 22h20
Atualizado em 10 de abril de 2010 às 0h00

* Pela filosofia de trabalho em parceria, o preço pago ao produtor pela Guarani sempre foi acima da média do Estado. 2010 sinaliza ótimas perspectivas.

Guarani 2010 O diretor agrícola da Açúcar Guarani, Jaime Stupiello, abriu a reunião com os produtores de cana e autoridades convidadas e, após as palestras da ambientalista Márcia Garisto, e do ‘expert’ em inteligência de mercado Augusto Arakawa (que situou a platéia em diferentes cenários de produção, comercialização e industrialização de cana, açúcar e álcool, tanto nas unidades do grupo quanto no Estado e no País), passou aos presentes uma palavra mais do que animadora: revelou que os mercados de açúcar e etanol sinalizam ótimas perspectivas para a safra que começa e que a conjunção de vários fatores “acena para a tendência de preços remuneradores dos dois produtos”.

“Em virtude do excesso de cana-de açúcar que temos para esta safra 2010/11, iniciamos o processamento no dia 15 de março nas unidades Cruz Alta (Olímpia) e São José (Colina) e, desde o dia 5 deste mês, todas as demais já estão processando normalmente”, lembrou o diretor.

A previsão desta safra, segundo o diretor agrícola, “é otimista em relação aos resultados financeiros pois ela promete ser uma das melhores em relação aos índices de produtividade (toneladas de ATR por hectare) e preços comparados à safra anterior”.

E não é para menos: com suas cinco unidades produtoras e a Vertente, no Brasil, a Guarani deverá processar em torno de 17 milhões de toneladas de cana-de-açúcar com uma meta de colher 75% da matéria-prima mecanicamente. “São metas ambiciosas e desafiadoras, porém temos uma equipe preparada e motivada para atingí-las”, declarou Stupiello.

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