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Palestra sobre pupunha atraiu produtores em palestra realizada na ACIO

Publicado em 20 de abril de 2010 às 8h35
Atualizado em 20 de abril de 2010 às 14h36

* Os convidados são especialistas em desenvolvimento de novas técnicas e culturas agrícolas.

Palestra-Agricultura-PupunhaDezenas de produtores rurais participaram ontem à noite, segunda (19), de palestra realizada pela Secretaria da Agricultura de Olímpia sobre o cultivo da Pupunha, cujos frutos são ricos em carboidratos, vitamina A, fibra alimentar, ácidos graxos e minerais, representando assim importante fonte de energia.

O evento ocorreu na sede da Associação Comercial e Industrial de Olímpia (ACIO), a partir das 19h30, com os palestrantes Antonio Lúcio Mello Martins (APTA) e Valéria Mudolo (IAC – Instituto Agronômico de Campinas).

Silvio-Pelegrini A APTA é um Departamento de Descentralização e Desenvolvimento da Secretaria de Estado da Agricultura. Antonio Lúcio Mello Martins é atualmente Pesquisador Científico da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios. Publicou 59 artigos em periódicos especializados e 80 trabalhos em anais de eventos. Possui 61 itens de produção técnica. Participou de 30 eventos no Brasil. Recebeu 2 prêmios e homenagens. Atua na área de Agronomia, com ênfase em Manejo e Tratos Culturais. Ele concluiu doutorado em Agronomia (Produção Vegetal) [Jaboticabal] pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho em 2000.

VALÉRIA MUDOLO

Palestrante O IAC tem como missão Gerar e Transferir Ciência e Tecnologia para o Negócio Agrícola, visando à otimização dos sistemas de produção vegetal e ao desenvolvimento sócio-econômico com qualidade ambiental. Sua atuação garante ainda a oferta de alimentos à população e matéria-prima à indústria, cooperando para a segurança alimentar e para a competitividade dos produtos no mercado interno e externo. Para isso, conta com um patrimônio humano de 216 pesquisadores científicos, sendo Valéria Mutollo um deles.

Planta originária da América Latina, com ocorrência no Pará, Amazonas, Acre, Rondônia e Mato Grosso.

Seus frutos são ricos em carboidratos, vitamina A, fibra alimentar, ácidos graxos e minerais, representando assim importante fonte de energia.

Trata-se de uma palmeira perene, adaptada às condições de maior insolação, comum na floresta amazônica em suas múltiplas raças. Apresenta perfilhamento e é encontrada em dois tipos básicos: com e sem espinhos no estipe e no pecíolo e ráquis das folhas. É bastante precoce (1,5 a 2 anos para o primeiro corte), com palmito branco-amarelado e mais doce que o das demais espécies. Seu palmito não escurece rapidamente após o corte, mas é igualmente perecível.

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