Preventiva do açougueiro Leandro é decretada pelo assassinato de Fedatto na Cohab II
Na noite da última sexta-feira (22), o açougueiro Leandro Souza da Conceição, 26, teve a prisão preventiva decretada em cumprimento a um mandato de prisão expedido pelo Juízo da 2º Vara Criminal local, nos autos do processo nº485/09. Ele estava trabalhando no Supermercado Tome e Leve. A prisão foi efetuada pelos policiais militares Zanin e Rubens.
Como já foi noticiado pelo Blog, o crime do qual Leandro é acusado de ter participado na noite do dia 24 de novembro de 2009, na Cohab II, mais exatamente na Rua do Castanheiro, 306. O outro que é acusado acusado de matar João Carlos Fedatto é o mototaxista Alessandro Luís Souza da Conceição, irmão de Leandro, conhecido como ‘Nego’.
De acordo com o que foi apurado inicialmente pela Polícia Civil de Olímpia, Fedato teria procurado Alessandro “Nego” para que ele assumisse a paternidade do neto (a filha dele, de 17 anos, estava grávida do segundo filho), caso contrário o procuraria para matar. Naquele dia, cerca de 4h30 antes do crime, Nego procurou a Delegacia de Polícia, inclusive, para prestar queixa contra Fedatto sobre as ameaças.
Informações da família dão conta de que não seria a primeira vez que o mototaxista teria sido ameaçado pelo pai da moça.
Ainda segundo os amigos de trabalho, na terça-feira a vítima teria ido à empresa de mototáxi que o rapaz trabalha para procurá-lo, mas ele não estava.
O homem teria dito que iria na casa dele para matá-lo. Os amigos avisaram Nego, que foi para a casa do irmão, também na rua do Castanheiro, nº 306.
O CRIME
No Boletim de Ocorrência consta que os dois teriam entrado em luta corporal. Segundo relato de uma testemunha, o tio de Nego, o serviços gerais João Batista Alves de Souza, de 38 anos, que reside na mesma casa, teria desferido chutes em Fedatto. Posteriormente, Fedatto foi assassinado.
Outra testemunha conta que o chegar a casa e chamar pelo rapaz, Fedatto foi atacado por Nego e o irmão dele, de nome Leandro, e que ambos teriam saído de dentro do imóvel já gritando e agredindo a vítima. No relato, ela fala que Leandro teria atirado contra o metalúrgico. Depois, como o revólver não funcionava, o jovem segurou o homem e Nego aplicou os golpes de faca.




