TCE comprova: há menos mortalidade em Olímpia do que na região ou no Estado

Publicado em 05 de julho de 2010 às 13h59
Atualizado em 05 de julho de 2010 às 14h02

00310 * Menos olimpienses estão morrendo, seja no nascimento, na infância ou na faixa entre 15 e 34 anos. As taxas são bem maiores na região e no Estado.

Olímpia está com índices excelentes de Saúde, especialmente no que diz respeito às taxas de mortalidade infantil, seja comparando com a região de governo, seja com todo o Estado de São Paulo. Essa comprovação consta do relatório do exercício de 2.009 da administração municipal realizada pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE).

No ano passado, por exemplo, a taxa de mortalidade infantil ficou em 9,97 (por mil nascidos vivos), enquanto que na região de governo esse índice sobe para 12,66 e no Estado é maior ainda: 13,02.

Na infância, essa taxa olimpiense se repete, isto é, 9,97 por mil nascidos vivos. Mas, sobe na região de governo para 15,58 e também no Estado para 15,11.

Finalmente, a taxa de mortalidade dos olimpienses na faixa etária entre 15 e 34 anos ficou em 80,20 por cem mil habitantes nessa mesma faixa, enquanto que, ainda tendo como base o exercício de 2.009, a taxa dispara para 127,94 na região de governo e mais ainda no Estado de São Paulo: 151,70 por cem mil habitantes entre 15 e 34 anos.

O TCE verificou, ainda, na cidade, a existência do projeto “Viva a Vida, Nascer em Olímpia – Direito à Vida”.

(Texto original do Blog do Concon®)

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1 comentário

  1. Luiz Augusto da Silva disse:

    Que felicidade!!!

    O baixo índice de mortalidade infantil aumenta a esperança dos que ,na idade senil, acreditam nas futuras gerações a preservação do lema: “ORDEM E PROGRESSO”, inscrito à bandeira do nosso Brasil.

    Ainda, por similaridade à matéria sobre a vitalidade, transcrevo com popularidade, mais um poema, fruto da minha simplória criatividade:

    A GESTAÇÃO

    Seres interligados
    Cordão leva nutrição.
    Pulsam compartilhados
    Compassados corações.

    Após, nove meses de espera
    Nova vida há de chegar
    Para, ainda mais, integrar
    O sacramento ao altar.

    Surge com luminosidade
    A existência da bela criança
    Com iris tão brilhantes
    Que deixam os pais radiantes.

    A partir deste instante a
    Responsabilidade aumenta
    Desde noites mal dormidas
    Até o ninar! Que ao bebê acalenta.

    Mas, vale a pena, com certeza
    Com vidas gerar vidas
    De acordo com a natureza.

    Abraços “vitalícios”, do poeta olimpiense,

    Luiz Augusto da Silva.

    PS: poema publicado no livro ” O Arco-Íris das Poesias – Texto modificado, pelo autor).

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